Com um investimento de nada menos que 100 milhões de dólares, o Festival de Woodstock vai ganhar um museu. Onde? Na mesma fazenda onde ocorreu o evento - Betheel Woods – a 200 Km de Nova York.
A propriedade foi comprada há dois anos por um empresário de uma tv local, que decidiu criar ali um ponto turístico para a cidade.
Projetado para receber 440 mil pessoas, mais de 500 mil hippies se reuniram em agosto de 1969 - um mês depois do homem ter pisado na lua - evento que provocou tanta confusão, que congestionou praticamente todas as avenidas de Nova York, e Bethel sendo ocasionalmente considerada "área de calamidade pública".
O maior de todos os festivais de rock se chamava “Woodstock Music & Art Fair”, subtitulado "Primeira Exposição Aquariana". Seu slogan "três dias de paz e música" logo foi modificado para "três dias de paz e amor"! O evento é lembrado até hoje como um dos símbolos máximos da liberdade que o movimento hippie tentava trazer ao mundo naquele final de década. Entre drogas e muito sexo livre, o público assistiu a shows gratuitos de artistas como Jimmi Hendrix, The Who, Joan Baez, Bob Dylan e Janis Joplin.
Woodstock também é o nome do famoso documentário produzido por Michael Wadleigh lançado em 1970, que ganhou um Oscar de "Melhor Documentário" no ano seguinte.
Numa coisa todos concordam, o festival que colocou fim a ingenuidade e utopia que cercavam os anos 60, foi um marco não só para a história da música, mas para a história do homem!!
*Fonte: Glamurama

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